sexta-feira, 24 de janeiro de 2014
História das Religiões - Judaísmo (Dublado)
EDUCAÇÃO RELIGIOSA
SÉRIE ESTUDOS DAS RELIGIÕES
Religião (especula-se várias origens.1 Detalhes na seção etimologia) é um conjunto de sistemas culturais e de crenças, além de visões de mundo, que estabelece os símbolos que relacionam a humanidade com a espiritualidade e seus próprios valores morais.2 Muitas religiões têm narrativas, símbolos, tradições e histórias sagradas que se destinam a dar sentido à vida ou explicar a sua origem e do universo. As religiões tendem a derivar a moralidade, a ética, as leis religiosas ou um estilo de vida preferido de suas ideias sobre o cosmos e a natureza humana.
A palavra religião é muitas vezes usada como sinônimo de fé ou sistema de crença, mas a religião difere da crença privada na medida em que tem um aspecto público. A maioria das religiões têm comportamentos organizados, incluindo hierarquias clericais, uma definição do que constitui a adesão ou filiação, congregações de leigos, reuniões regulares ou serviços para fins de veneração ou adoração de uma divindade ou para a oração, lugares (naturais ou arquitetônicos) e/ou escrituras sagradas para seus praticantes. A prática de uma religião pode também incluir sermões, comemoração das atividades de um deus ou deuses, sacrifícios, festivais, festas, transe, iniciações, serviços funerários, serviços matrimoniais, meditação, música, arte, dança, ou outros aspectos religiosos da cultura humana.
O desenvolvimento da religião assumiu diferentes formas em diferentes culturas. Algumas religiões colocam a tônica na crença, enquanto outras enfatizam a prática. Algumas religiões focam na experiência religiosa subjetiva do indivíduo, enquanto outras consideram as atividades da comunidade religiosa como mais importantes. Algumas religiões afirmam serem universais, acreditando que suas leis e cosmologia são válidas ou obrigatórias para todas as pessoas, enquanto outras se destinam a serem praticada apenas por um grupo bem definido ou localizado. Em muitos lugares, a religião tem sido associada com instituições públicas, como educação, hospitais, família, governo e hierarquias políticas.
Alguns acadêmicos que estudam o assunto têm dividido as religiões em três categorias amplas: religiões mundiais, um termo que se refere à crenças transculturais e internacionais; religiões indígenas, que se refere a grupos religiosos menores, oriundos de uma cultura ou nação específica; e o novo movimento religioso, que refere-se a crenças recentemente desenvolvidas.3 Uma teoria acadêmica moderna sobre a religião, o construtivismo social, diz que a religião é um conceito moderno que sugere que toda a prática espiritual e adoração segue um modelo semelhante ao das religiões abraâmicas, como um sistema de orientação que ajuda a interpretar a realidade e definir os seres humanos4 e, assim, a religião, como um conceito, tem sido aplicado de forma inadequada para culturas não-ocidentais que não são baseadas em tais sistemas ou em que estes sistemas são uma construção substancialmente mais simples.
História das Religiões do Mundo - As Antigas Religiões do Mediterrâneo.
EDUCAÇÃO RELIGIOSA
SÉRIE ESTUDOS DAS RELIGIÕES
Religião (especula-se várias origens.1 Detalhes na seção etimologia) é um conjunto de sistemas culturais e de crenças, além de visões de mundo, que estabelece os símbolos que relacionam a humanidade com a espiritualidade e seus próprios valores morais.2 Muitas religiões têm narrativas, símbolos, tradições e histórias sagradas que se destinam a dar sentido à vida ou explicar a sua origem e do universo. As religiões tendem a derivar a moralidade, a ética, as leis religiosas ou um estilo de vida preferido de suas ideias sobre o cosmos e a natureza humana.
A palavra religião é muitas vezes usada como sinônimo de fé ou sistema de crença, mas a religião difere da crença privada na medida em que tem um aspecto público. A maioria das religiões têm comportamentos organizados, incluindo hierarquias clericais, uma definição do que constitui a adesão ou filiação, congregações de leigos, reuniões regulares ou serviços para fins de veneração ou adoração de uma divindade ou para a oração, lugares (naturais ou arquitetônicos) e/ou escrituras sagradas para seus praticantes. A prática de uma religião pode também incluir sermões, comemoração das atividades de um deus ou deuses, sacrifícios, festivais, festas, transe, iniciações, serviços funerários, serviços matrimoniais, meditação, música, arte, dança, ou outros aspectos religiosos da cultura humana.
O desenvolvimento da religião assumiu diferentes formas em diferentes culturas. Algumas religiões colocam a tônica na crença, enquanto outras enfatizam a prática. Algumas religiões focam na experiência religiosa subjetiva do indivíduo, enquanto outras consideram as atividades da comunidade religiosa como mais importantes. Algumas religiões afirmam serem universais, acreditando que suas leis e cosmologia são válidas ou obrigatórias para todas as pessoas, enquanto outras se destinam a serem praticada apenas por um grupo bem definido ou localizado. Em muitos lugares, a religião tem sido associada com instituições públicas, como educação, hospitais, família, governo e hierarquias políticas.
Alguns acadêmicos que estudam o assunto têm dividido as religiões em três categorias amplas: religiões mundiais, um termo que se refere à crenças transculturais e internacionais; religiões indígenas, que se refere a grupos religiosos menores, oriundos de uma cultura ou nação específica; e o novo movimento religioso, que refere-se a crenças recentemente desenvolvidas.3 Uma teoria acadêmica moderna sobre a religião, o construtivismo social, diz que a religião é um conceito moderno que sugere que toda a prática espiritual e adoração segue um modelo semelhante ao das religiões abraâmicas, como um sistema de orientação que ajuda a interpretar a realidade e definir os seres humanos4 e, assim, a religião, como um conceito, tem sido aplicado de forma inadequada para culturas não-ocidentais que não são baseadas em tais sistemas ou em que estes sistemas são uma construção substancialmente mais simples.
quarta-feira, 22 de janeiro de 2014
A Arte Contemporânea é uma Farsa: Analisa a crítica de arte: Avelina Lésper - Conferência.
O TEXTO SOBRE A CONFERÊNCIA.
A Arte Contemporânea é uma farsa: Avelina Lésper
Posted on Janeiro 15, 2014 by Incubadora de Artistas
Com a finalidade de dar a conhecer seus argumentos sobre os porquês da arte contemporânea ser uma “arte falsa“, a crítica de arte Avelina Lésper apresentou a conferência “El Arte Contemporáneo- El dogma incuestionable” na Escuela Nacional de Artes Plásticas (ENAP), sendo ovacionada pelos estudantes na ocasião.
A arte falsa e o vazio criativo
“A carência de rigor (nas obras) permitiu que o vazio de criação, o acaso e a falta de inteligência passassem a ser os valores desta arte falsa, entrando qualquer coisa para ser exposta nos museus“
A crítica explica que os objetos e valores estéticos que se apresentam como arte são aceites em completa submissão aos princípios de uma autoridade impositora. Isto faz com que, a cada dia, formem-se sociedades menos inteligentes e aproximando-nos da barbárie.
O Ready Made
Lésper aborda também o tema do Ready Made, expressando perante esta corrente “artística” uma regressão ao mais elementar e irracional do pensamento humano, um retorno ao pensamento mágico que nega a realidade. A arte foi reduzida a uma crença fantasiosa e sua presença em um mero significado. “Necessitamos de arte e não de crenças”.
Génio artístico
Da mesma maneira, a crítica afirma que a figura do “gênio”, artista com obras insubstituíveis, já não tem possibilidade de manifestar-se na atualidade. “Hoje em dia, com a superpopulação de artistas, estes deixam de ser prescindíveis e qualquer obra substitui-se por outra qualquer, uma vez que cada uma delas carece de singularidade“.
O status de artista
A substituição constante de artistas dá-se pela fraca qualidade de seus trabalhos, “tudo aquilo que o artista realiza está predestinado a ser arte, excremento, objetos e fotografias pessoais, imitações, mensagens de internet, brinquedos, etc. Atualmente, fazer arte é um exercício ególatra; as performances, os vídeos, as instalações estão feitas de maneira tão óbvia que subjuga a simplicidade criativa, além de serem peças que, em sua grande maioria, apelam ao mínimo esforço e cuja acessibilidade criativa revela tratar-se de uma realidade que poderia ter sido alcançada por qualquer um“.
Neste sentido, Lésper afirma que, ao conceder o status de artista a qualquer um, todo o mérito é-lhe dissolvido e ocorre uma banalização. “Cada vez que alguém sem qualquer mérito e sem trabalho realmente excepcional expõe, a arte deprecia-se em sua presença e concepção. Quanto mais artistas existirem, piores são as obras. A quantidade não reflete a qualidade“.
Que cada trabalho fale pelo artista
“O artista do ready made atinge a todas as dimensões, mas as atinge com pouco profissionalismo; se faz vídeo, não alcança os padrões requeridos pelo cinema ou pela publicidade; se faz obras eletrónicas, manda-as fazer, sem ser capaz de alcançar os padrões de um técnico mediano; se envolve-se com sons, não chega à experiência proporcionada por um DJ; assume que, por tratar-se de uma obra de arte contemporânea, não tem porquê alcançar um mínimo rigor de qualidade em sua realização.
Os artistas fazem coisas extraordinárias e demonstram em cada trabalho sua condição de criadores. Nem Damien Hirst, nem Gabriel Orozco, nem Teresa Margolles, nem a já imensa e crescente lista de artistas o são de fato. E, isto não o digo eu, dizem suas obras por eles“.
Para os Estudantes
Como conselho aos estudantes, Avelina diz que deixem que suas obras falem por eles, não um curador, um sistema ou um dogma. “Sua obra dirá se são ou não artistas e, se produzem esta falsa arte, repito, não são artistas”.
O público ignorante
Lésper assegura que, nos dias que correm, a arte deixou de ser inclusiva, pelo que voltou-se contra seus próprios princípios dogmáticos e, caso não agrade ao espectador, acusa-o de “ignorante, estúpido e diz-lhe com grande arrogância que, se não agrada é por que não a percebe“.
“O espectador, para evitar ser chamado ignorante, não pode dizer aquilo que pensa, uma vez que, para esta arte, todo público que não se submete a ela é imbecil, ignorante e nunca estará a altura da peça exposta ou do artista por trás dela. Desta maneira, o espectador deixa de presenciar obras que demonstrem inteligência”.
Finalizando
Finalmente, Lésper sinaliza que a arte contemporânea é endogâmica e elitista com vocação segregacionista, é realizada para sua própria estrutura burocrática, favorecendo apenas às instituições e seus patrocinadores. “A obsessão pedagógica, a necessidade de explicar cada obra, cada exposição gera a sobre produção de textos que nada mais é do que uma encenação implícita de critérios, uma negação à experiência estética livre, uma sobre intelectualizarão da obra para sobrevalorizá-la e impedir que a sua percepção seja exercida com naturalidade“. A criação é livre, no entanto a contemplação não é. “Estamos diante da ditadura do mais medíocre”
Fonte: Vanguardia
Jose Pagano
segunda-feira, 20 de janeiro de 2014
A Revolução Virtual - Episódio 4/4 (Documentário-2010)
O documentário: A Revolução Virtual. Produzido pela BBC de Londres se apresenta em 04 partes. Este proporciona uma discussão sobre a Internet desde sua origem até a atualidade. O que é a internet. Como nasceu a internet. Porque a internet. Aspectos filosóficos da internet. A concepção da liberdade e a internet. O berço da humanidade e a internet. A internet a conexão com a humanidade. O mundo digital internético definitivo. A problemática da Internet: virtualidade e a realidade. Aspectos psicológicos da interação homem e internet. As redes sociais virtuais. O que é o Homo Internéticus, Raposa e Ouriço. A comunicação e a informação virtual uma nova ferramenta de poder. Estudos sobre a relação da internet e o homem / individualidade / coletividade / criatividade / amizade / compartilhamento de arquivos / consumismo / poder político, tecnologia de nivelamento e hierarquia. Edição/autoria / Enciclopédia virtual. A cultura, cibercultura e ciberespaço, a contra cultura e os valores ético e morais na internet. A liberdade de expressão e o desafio a autoridade através da internet. Empresa da internet. Todas estas questões e muito mais são abordadas. Este documentário é importante pra todos profissionais e em especial professores, sociólogos, psicólogos e artistas. Jose Pagano.
Vídeo: 04
A REVOLUÇÃO VIRTUAL. Parte 4.
Doc: A Revolução Virtual - Ep. 03 - O Preço da Gratuidade (Completo e Du...
O documentário: A Revolução Virtual. Produzido pela BBC de Londres se apresenta em 04 partes. Este proporciona uma discussão sobre a Internet desde sua origem até a atualidade. O que é a internet. Como nasceu a internet. Porque a internet. Aspectos filosóficos da internet. A concepção da liberdade e a internet. O berço da humanidade e a internet. A internet a conexão com a humanidade. O mundo digital internético definitivo. A problemática da Internet: virtualidade e a realidade. Aspectos psicológicos da interação homem e internet. As redes sociais virtuais. O que é o Homo Internéticus, Raposa e Ouriço. A comunicação e a informação virtual uma nova ferramenta de poder. Estudos sobre a relação da internet e o homem / individualidade / coletividade / criatividade / amizade / compartilhamento de arquivos / consumismo / poder político, tecnologia de nivelamento e hierarquia. Edição/autoria / Enciclopédia virtual. A cultura, cibercultura e ciberespaço, a contra cultura e os valores ético e morais na internet. A liberdade de expressão e o desafio a autoridade através da internet. Empresa da internet. Todas estas questões e muito mais são abordadas. Este documentário é importante pra todos profissionais e em especial professores, sociólogos, psicólogos e artistas. Jose Pagano.
Vídeo: 03
A REVOLUÇÃO VIRTUAL. Parte 3.
Doc: A Revolução Virtual - Ep. 02 - Inimigo Do Estado? (Completo e Dubla...
O documentário: A Revolução Virtual. Produzido pela BBC de Londres se apresenta em 04 partes. Este proporciona uma discussão sobre a Internet desde sua origem até a atualidade. O que é a internet. Como nasceu a internet. Porque a internet. Aspectos filosóficos da internet. A concepção da liberdade e a internet. O berço da humanidade e a internet. A internet a conexão com a humanidade. O mundo digital internético definitivo. A problemática da Internet: virtualidade e a realidade. Aspectos psicológicos da interação homem e internet. As redes sociais virtuais. O que é o Homo Internéticus, Raposa e Ouriço. A comunicação e a informação virtual uma nova ferramenta de poder. Estudos sobre a relação da internet e o homem / individualidade / coletividade / criatividade / amizade / compartilhamento de arquivos / consumismo / poder político, tecnologia de nivelamento e hierarquia. Edição/autoria / Enciclopédia virtual. A cultura, cibercultura e ciberespaço, a contra cultura e os valores ético e morais na internet. A liberdade de expressão e o desafio a autoridade através da internet. Empresa da internet. Todas estas questões e muito mais são abordadas. Este documentário é importante pra todos profissionais e em especial professores, sociólogos, psicólogos e artistas. Jose Pagano.
Vídeo: 02
A REVOLUÇÃO VIRTUAL. Parte 2.
A Revolução Virtual - Episódio 1/4 (Documentário-2010)
O documentário: A Revolução Virtual. Produzido pela BBC de Londres se apresenta em 04 partes. Este proporciona uma discussão sobre a Internet desde sua origem até a atualidade. O que é a internet. Como nasceu a internet. Porque a internet. Aspectos filosóficos da internet. A concepção da liberdade e a internet. O berço da humanidade e a internet. A internet a conexão com a humanidade. O mundo digital internético definitivo. A problemática da Internet: virtualidade e a realidade. Aspectos psicológicos da interação homem e internet. As redes sociais virtuais. O que é o Homo Internéticus, Raposa e Ouriço. A comunicação e a informação virtual uma nova ferramenta de poder. Estudos sobre a relação da internet e o homem / individualidade / coletividade / criatividade / amizade / compartilhamento de arquivos / consumismo / poder político, tecnologia de nivelamento e hierarquia. Edição/autoria / Enciclopédia virtual. A cultura, cibercultura e ciberespaço, a contra cultura e os valores ético e morais na internet. A liberdade de expressão e o desafio a autoridade através da internet. Empresa da internet. Todas estas questões e muito mais são abordadas. Este documentário é importante pra todos profissionais e em especial professores, sociólogos, psicólogos e artistas. Jose Pagano.
Vídeo: 01
A REVOLUÇÃO VIRTUAL. Parte 1.
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